domingo, setembro 23, 2007

Esta semana começaram as apresentações dos cursos aos diversos alunos das licenciaturas e é claro que ao mesmo tempo começou também a recepção ao caloiro. :P
Foi estranho voltar à universidade, rever colegas, parecia tudo tão distante e frio... Parece que as férias afastaram um pouco as pessoas, que nada está igual...

domingo, setembro 16, 2007



Saíram os resultados...
Ficou tudo na mesma...

Apesar de saber que era possível que não conseguisse a mudança de universidade e curso, criei esperanças e desiludi-me muito... Acreditei que valia a pena tentar, não quis desistir dos meus projectos, mas não consegui e doeu demais...

sexta-feira, setembro 14, 2007

Ainda não sairam os resultados...
Está tudo atrasado!, dizem...
Estou muito ansiosa...
E nenhuma das duas resoluções me deixa completa...
:'(

quinta-feira, setembro 13, 2007

Agora à tarde saem os resultados do pedido de transferência que fiz... Estou ansiosa... E com receio ao mesmo tempo... Depois publico o que aconteceu... Até já.

terça-feira, setembro 11, 2007

"Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador.

Um substantivo masculino, com aspecto plural e alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. O artigo, era bem definido, feminino, singular. Ela era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingénua, silábica, um pouco átona, um pouco ao contrário dele, que era um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos.

O substantivo até gostou daquela situação; os dois, sozinhos, naquele lugar sem ninguém a ver nem ouvir. E sem perder a oportunidade, começou a insinuar-se, a perguntar, conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado e permitiu-lhe esse pequeno índice.

De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro.

Óptimo, pensou o substantivo; mais um bom motivo para provocar alguns sinónimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeçou a movimentar-se. Só que em vez de descer, sobe e pára exactamente no andar do substantivo.
Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela no seu aposento.
Ligou o fonema e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, suave e relaxante. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela.

Ficaram a conversar, sentados num vocativo, quando ele recomeçou a insinuar-se. Ela foi deixando, ele foi usando o seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo.

Todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo directo.
Começaram a aproximar-se, ela tremendo de vocabulário e ele sentindo o seu ditongo crescente. Abraçaram-se, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples, passaria entre os dois.
Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula.

Ele não perdeu o ritmo e sugeriu-lhe que ela lhe soletrasse no seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, pois estava totalmente oxítona às vontades dele e foram para o comum de dois géneros.

Ela, totalmente voz passiva. Ele, completamente voz activa. Entre beijos, carícias, parónimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais.

Ficaram uns minutos nessa próclise e ele, com todo o seu predicativo do objecto, tomava a iniciativa. Estavam assim, na posição de primeira e segunda pessoas do singular.

Ela era um perfeito agente da passiva; ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular.

Nisto a porta abriu-se repentinamente.

Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo e entrou logo a dar conjunções e adjectivos aos dois, os quais se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.

Mas, ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tónica, ou melhor, subtónica, o verbo auxiliar logo diminuiu os seus advérbios e declarou a sua vontade de se tornar particípio na história. Os dois olharam-se; e viram que isso era preferível, a uma metáfora por todo o edifício.

Que loucura, meu Deus!

Aquilo não era nem comparativo. Era um superlativo absoluto. Foi-se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado aos seus objectos. Foi-se chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo e propondo claramente uma mesóclise-a-trois.

Só que, as condições eram estas:

Enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria no gerúndio do substantivo e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia transformar-se num artigo indefinido depois dessa situação e pensando no seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história. Agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, atirou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva. "

Este texto é da aluna Fernanda Braga da Cruz, aluna da Faculdade de Letras,que venceu o concurso interno proposto por um professor da cadeira de Gramática Portuguesa.
Digam lá se não está fantástico!

P.S.: Este texto foi retirado do blog Sorriso-do-bisturi

sábado, setembro 08, 2007

1 Ano



Como?? Já passou um ano?? Não pode ser...

Mas é verdade. Já passou um ano desde escrevi pela primeira vez neste livro... Quase custa a acreditar que tenha durado tanto tempo o que começou com uma simples brincadeira, uma provocação de um amigo, que na altura era recente mas que se tem tornado um grande amigo. Aqui já escrevi vitórias, desafabos e, claro, reclamações. Umas vezes menos do que gostava, outras mais do que queria. Já pensei terminá-lo, mas nunca tenho coragem... acho que acabou por se tornar parte de mim. Obrigado a todos os que por aqui passam, em particular aos que comentam e dão a sua opinião sobre o que escrevo. Espero que me acompanhem em mais um ano.

terça-feira, setembro 04, 2007

PARABÉNS!!!



Parabéns mana!!! Espero que estes vinte aninhos sejam repletos de sonhos com cheiro a canela e beijos com sabor a gelado!

P.S.: Adoro-te!!!

Esclarecimento...

Este post é apenas para ´responder à pergunta deixada pela minha mana. A opção de ir para Aveiro foi feita porque é um local que eu adoro e que me permite fugir às preocupações, descansando um pouco. Apenas isso. E não, não levei companhia... precisava tar sozinha.

domingo, setembro 02, 2007


Amanhã vou...
Não! Hoje. Daqui a umas horitas vou para Aveiro outra vez, passar o dia a não fazer nada e a apanhar soli. Vejam lá, se pedem um diazito de bom tempo porque senão ainda vou fazer concorrência à Branca de Neve.

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sábado, setembro 01, 2007

Já não posso mais ouvir falar da Princesa Diana! Concordo sim que enquanto viva fez muita coisa para ajudar alguns países, em particular os que tinham e têm problemas com campos minados, e que também que foi muito polémica. Mas não tem sentido nenhum repetir a história toda outra vez passados tantos anos, em todos os canais da televisão portuguesa e por vários dias... não percebo o que é que isso pode acrescentar ao que já foi dito. É que já não há paciência para tanto! Porém, isto até nem é o pior de tudo. O pior é mesmo constatar que fazem este espalhafato todo por um estrangeiro e quando morre um português, que realmente se destacou em alguma área da nossa sociedade e não só, tem direito a apenas uma notazinha no final de uma página de um jornal diário ou uma breve referência no telejornal. Assim, não...